Pois é, este seria o “post inaugural” do blog e, portanto, implicitamente, é um post chato, cheio de “blá blá blá whiskas sachê” sobre a finalidade do mesmo...
Revolucionando este segmento de “mercado” (uau!) deixo, para quem ler, a incumbência de descobrir a moral (implícita, obviamente) dos posts.
Então vamos à Genesis do deste blog, ou seja, o pensamento que sedimentará todos os posts (ou simplesmente o denominado “post fodah”, pois provavelmente os demais posts serão mais despojados... xD ):

Ahh éé... quem nunca desejou possuir um PlayStation 3 e todo seu fervoroso poder gráfico???

Quem não deseja uma lamborguini e seus 400 Km/h de velocidade máxima?

Sim, sim e a Angelina Jolie e seus atributos, que dispensam maiores comentários???
Pois bem, são exemplos de desejos que vão desde o sonho “nerd” até o sonho “cara pegador”... Mas se perguntarmos para cada um dos detentores dos sonhos acima, qual o motivo de tais desejos, salvo talvez raras exceções, a resposta seria algo do tipo: “Porque é foda!”
“Foda”?? Mas “foda” pra quem??
Para ele mesmo?... ahhahaha... duvido muito! (veremos mais adiante porquê).

Teoricamente, para um ser vivente, NÃO estar com problemas bastaria para ser feliz, correto??
CORRETISSÍMO. A ausência total de problemas, certamente acarretaria, conseqüentemente, em um estado de felicidade suprema, também chamado de nirvana...
“Aeee é que tá”... O ser humano e sua, teórica, superioridade entre as demais espécies devido ao fato de possuir a capacidade de pensar reflexivamente, acaba criando métodos para tentar “melhorar” sua felicidade. Ou seja, criam problemas (necessidades).
Analisando deste ponto de vista, uma mosca “varejeira” (qualquer mosca serve, mas varejeira tem mais personalidade...=P ) é mais feliz do que qualquer Ser humano na Terra, afinal, ela vai lá: nasce, se alimenta com fartura e facilidade, se reproduz, e encerra sua trajetória contente por ter sido útil a sua espécie. É realmente um belo exemplo de felicidade!
Tá, ok... Estamos chegando ao ponto crucial desta história, mas antes vamos à Pré-História... xD
Então tá né, assim, partimos do ponto em que os humanos criavam ou defrontavam-se com necessidades (geralmente por questões de sobrevivência), e então os mesmos buscavam soluções, que por sua vez geravam novas necessidades, que precisavam de novos meios de resolução, e assim sucessivamente... até os dias atuais...
Não resistindo a minha vocação mangolona, eis o Algoritmo Ser Humano (em Java porque Java “roda” em qualquer “plataforma” xD ):
public class SerHumano () {
public void main (String [] args) {
while (HomoSapiens==”vivo”){
procuraPreocupacao();
procuraSolucao();
}
}
}
Ou seja, o sentido da vida é tão simples! É um mero “loop infinito”... =)
Depois disto, chegamos aos dias atuais, depois de milhares de anos de saturação de necessidades, que cada vez são mais complexas e distantes do princípio de felicidade da mosca...
Refletindo: Será que tantas necessidades ou desejos que temos hoje, são realmente importantes?
Beem, não cabe a mim responder esta pergunta, até porque não pretendo criar um mosteiro de uma seita religiosa em prol da purificação da alma... xD
Onde quero chegar com tal reflexão está fora do âmbito “o real sentido da vida”.
Ora, pensemos:
- Não tirando o mérito de tais desejos serem importantes ou não, pode-se dizer que do ponto de vista da “sobrevivência” (a base de sustentação da felicidade) os nossos desejos tendem a tornarem-se cada vez mais supérfulos.
Assim... Prosseguindo no “loop infinito” (alguns com um “clock” mais elevado, outros nem tanto...), chegamos ao ponto de SUBLIMAÇÃO de desejos ou necessidades...
Bem, como algumas plataformas (leia-se pesoas) são mais bem dotadas (processador, RAM e HD, ...) e conseguem executar a “function main()” da vida mais rápido do que outras, surgiu, não sei “por que raios” uma necessidade da PQP...
A “necessidade da PQP” é o “top de linha” das necessidades, realmente uma sublimação... que consiste em resolver as necessidades dos outros e em troca resolver a sua.
AEEEE! Chegamos a um divisor de águas! O que seria???
Siiim... chegamos ao comércio??
Exatamente, yeah. Mas podemos dizer que se tratava de um tipo de comércio “bonzinho”, do tipo “uma mão lava a outra”... ainda não chegamos ao comércio “Super Sajadin”... xD
Sim, diante deste enorme “cenário comerciário” de possibilidades que se “desmembrou” a partir deste ponto, tivemos muitas evoluções.
Imaginem só: Surgiu a necessidade de que os OUTROS NECESSITEM do meu serviço “resolvedor” de necessidades. Ou seja, precisava-se que meu serviço “resolvedor” não dependesse apenas da eventual necessidade de outras pessoas. Ou seja, uma evolução no serviço “resolvedor” para “resolvedor de necessidade previamente criada”.
Mazzzaahh..! Chegamos ao ponto extremo de “elevação de ki” e o comércio chegou à transformação “Super Sajadin”! Ou seja... Foi criado o Marketing!
Bom, eu poderia continuar as demais evoluções “Super Sajadin 2”, “Super Sajadin 3”... etc..
Mas em resumo, há apenas mais uma evolução importante, que seria como o Marketing iria se propagar??
Oras, a partir dessa nova necessidade que o Marketing exige, nada mais natural, “pipocarem” métodos e mais métodos de propagação cada vez mais intrusivos e com o “ki” cada vez mais potencializado....
(observe a necessidade da necessidade... sim, um exemplo de como as necessidade vão, naturalmente, se “empilhando”).
E neste “meio tempo” surge um ótimo meio de propagação... Qual??? Qual?? Qual seria esse fabuloso meio???
Um centavo pra quem acertar... ^^

Enfim, o Marketing, juntamente com os seus respectivos meios de propagação, executa com perfeição a ação para qual ele foi designado: criar necessidades !!
E então??
Moral da história??
Estamos em um patamar no qual necessitamos de coisas que satisfazem a necessidade alheia!
A resposta “Porque é foda!” do inicio do post pode até estar correta mas correta pra quem?? Provavelmente é muito “foda” para quem gerou a necessidade... Ora, necessidade imbuída! =/
[...]
[tempo noob pra pensar... ^^ ]
Enfim, teorias mais ou menos deste tipo habitarão este blog... (sempre que eu tiver paciência para digitá-las, é claro... )
Até a próxima!
[]' s.